O Rio de Janeiro é o espelho do Brasil. O que ocorre no Rio de Janeiro fatalmente se transmitirá em cadeia para os outros Estados da Federação. As questões de justiça criminal e ordem pública não fogem desta regra. Portanto, é estratégico manter a atenção, estudar o cenário, analisar as experiências e observar as políticas lá realizadas, ajudando no alcance dos objetivos. A solução desta guerra envolve leis duras e um Sistema de Justiça Criminal integrado, ágil, coativo e comprometido em garantir o direito da população à segurança pública.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

TIROTEIOS EM FAVELAS DO RIO


Trocas de tiros assustaram moradores da Rocinha durante a madrugada e manhã deste domingo. Diversas pessoas entraram em contato com o Extra via telefone e redes socias informando intensa troca de tiros durante a noite e a partir das 8h30 desta manhã. Segundo as testemunhas, que não quiseram se identificar, tiroteio mais intenso durou pelo menos meia hora e ouviu-se até barulho de granada, na parte média da favela.

Pelo Whats App do Extra (21 9 9644-1263), um morador disse que os fatos o fizeram lembrar a época em que a Rocinha não era pacificada:

- Ontem eu cheguei do trabalho por volta de meia-noite e começou um tiroteio grande, que fez com que todos entrassem para as suas casa, incluindo mães com seus filhos pequenos. Durante a madrugada houve troca de tiros também, mas por volta das 8h30 era muito intenso. Dava para ouvir diferentes tipos de armas, como fuzil e pistola. Foi bem pesado mesmo, parecia até a época em que o tráfico dominava.

Pelo Twitter outro morador lamentava: "meu Deus, é muito tiro a essa hora na Rocinha pacificada". Por volta das 9h o tiroteio foi interrompido.

Segundo assessoria de imprensa das UPPs, por volta das 6h30, policiais da UPP Rocinha foram checar denúncias na Rua 1, próximo ao local conhecido como Bar do Bigode e se depararam com criminosos armados, iniciando um confronto. Ninguém foi ferido. Os criminosos fugiram e os policiais realizam buscas pelo morro.

Já de acordo com informações do 23º BPM (Leblon), a troca de tiros durante a manhã foi entre bandidos e não teria durado mais do que cinco minutos, sem feridos.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/tiroteios-na-rocinha-assustam-moradores-no-domingo-10671014.html#ixzz2jgtFaE4f




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

TIROTEIO NO PAVÃO-PAVÃOZINHO


Rua Sá Ferreira tem lojas fechadas após tiroteio no Pavão-Pavãozinho. Mesmo com o policiamento reforçado, o clima ainda é tenso. Homem que morreu em confronto é traficante, segundo polícia. Baleado foi levado para esquina do bairro, e morreu no local

ANA CLÁUDIA COSTA
LEONARDO BARROS 
O GLOBO
Atualizado:24/10/13 - 12h03


Lojas no entorno do Pavão-Pavãozinho fecham as portas Márcia Foletto / Agência O Globo


RIO — Depois de um tiroteio que terminou com um morto no Morro do Pavão-Pavãozinho, durante a madrugada, o comércio não abriu as portas nesta quinta-feira na Rua Sá Ferreira, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Mesmo com o policiamento reforçado, o clima ainda é tenso no entorno da comunidade, que conta com uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Policiais reconheceram o homem morto como um dos integrantes da quadrilha que atirou contra eles, iniciando um confronto. Ele foi identificado como Thomas Rodrigues Martins, de 33 anos. Segundo a polícia, ele era gerente do tráfico na comunidade, com duas passagens por tráfico de drogas e uma por roubo. Moradores dizem, no entanto, que o homem era trabalhador e não tinha envolvimento com o traficantes. O corpo de Thomas foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML).

O comércio nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo também está fechado. No entanto, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, os estabelecimentos abriram normalmente. De acordo com o comandante do 19º BPM (Copacabana), coronel André Beloni, todos os comerciantes da região moram no morro e se dizem inseguros em abrir as portas, mesmo com a garantia da polícia. Na comunidade, moradores evitam falar sobre o assunto. O coronel disse que cerca de 30 policiais do 19º BPM (Copacabana) e 23º BPM (Leblon), além do Batalhão de Choque, fazem o policiamento no entorno do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Policiais de outras UPPs também atuam no reforço da segurança na comunidade.

Segundo a PM, o confronto começou na madrugada quando policiais da UPP se depararam com um grupo de traficantes em um beco. Houve um intenso confronto, que assustou os moradores. A PM informou que, ainda durante a madrugada, foram realizadas buscas em hospitais da cidade por outras vítimas do tiroteio, mas ninguém foi encontrado. Um outro homem, que também seria traficante do Pavão-Pavãozinho, teria ficado ferido, e conseguido fugir, mas a assessoria da UPP não confirma a informação.

Segundo moradores, o homem que foi baleado morreu porque o socorro não subiu a favela para prestar atendimento. Carregando a vítima ainda viva em uma maca improvisada eles seguiram pela Rua Sá Ferreira até o cruzamento com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, por volta de 4h30m. Uma ambulância dos bombeiros chegou a atender o baleado no local, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu na calçada. Em nota, os bombeiros informaram que vão apurar as circunstâncias do atendimento.

Revoltadas, cerca de 50 pessoas desceram a comunidade e iniciaram um protesto ainda de madrugada. Os manifestantes gritavam palavras de ordem contra a UPP e criticavam a atuação da Polícia Militar. O grupo tentou fechar o trânsito, mas foram impedidos por policiais do 19º BPM. Por causa da confusão, os funcionários do único estabelecimento comercial aberto naquele momento fecharam as portas da loja. Profissionais da imprensa que estavam cobrindo a ocorrência também foram hostilizados.

A ambulância chegou ao cruzamento da Sá Ferreira com Nossa Senhora de Copacabana por volta das 5h. Como a vítima acabou morrendo, o corpo foi levado para Instituto Médico-Legal (IML) em seguida. Às 6h30m, o Batalhão de Choque chegou ao local, mas o protesto já havia terminado.

Um dos moradores, que não se identificou, afirmou que nunca tinha ouvido um tiroteio tão intenso desde que a UPP foi instalada na comunidade, há quatro anos. Ele contou ter escutado até explosões. O policiamento nas ruas de Copacabana foi reforçado logo no começo da manhã. Segundo a assessoria das UPPs, o caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana).

TIROTEIO INTENSO DEIXA UM MORTE E UM FERIDO EM FAVELA DO RIO


Tiroteio deixa um morto e um ferido em favela na zona sul do Rio. Comunidade de Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, recebeu Unidade de Polícia Pacificadora há quatro anos

24 de outubro de 2013 | 9h 45

ADRIANO BARCELOS - Agência Estado



Um tiroteio na Favela do Pavão-Pavãozinho (Copacabana, zona sul do Rio) deixou uma pessoa morta e outra ferida na madrugada desta quinta-feira, 24. A comunidade recebeu uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) há quatro anos e, segundo relato de moradores, este foi o tiroteio mais intenso desde então.

A vítima fatal não foi identificada até o momento. Moradores da favela dizem que ele não tinha conexão com o tráfico e se revoltaram porque o socorro teria demorado tempo demais. Como a ambulância não conseguiria subir a comunidade, eles tiveram de improvisar uma maca para conduzir a vítima até a esquina da Rua Sá Ferreira com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, mas quando a equipe de saúde chegou com a ambulância o baleado já havia morrido. A outra pessoa, que teria ligações com o tráfico, foi ferida com gravidade, mas fugiu do local.


Policiais do 19º Batalhão de Polícia Militar (Copacabana) tiveram de intervir para evitar que o trânsito fosse fechado pelos moradores do Pavão-Pavãozinho.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

TIROTEIO ENTRE TRAFICANTES RIVAIS ASSUSTA MORADORES DE MADUREIRA

O DIA 25/09/2013 08:35:52

Segundo PMs, criminosos do Morro da Serrinha estariam tentando tomar o controle do Morro do Cajueiro

DIEGO VALDEVINO


Rio - Um intenso tiroteio no fim da noite desta terça-feira assustou moradores entre os morros do Cajueiro e Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio. Após quase uma hora de disparos feitos por traficantes, granadas também foram explodidas. De acordo com a Polícia Militar, as duas comunidades são dominadas por facções rivais.

Ainda segundo informações da PM, criminosos da Serrinha estariam tentando tomar o controle do Cajueiro. Militares do 9º BPM (Rocha Miranda), fizeram uma operação no local de confronto com um blindado, mas não permaneceram nas entradas das favelas.


Cápsulas de fuzil 7.62 e de pistola calibre 9 milímetros foram encontradasFoto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Moradores afirmam os tiros começaram por volta de 22h30. Muitos pedestres tiveram que se abrigar atrás de muros durante o tiroteio. No Cajueiro, um transformador de energia elétrica foi atingido por disparos, deixando parte da Avenida Ministro Edgar Romero, sem luz. O local foi interditado depois que uma tubulação de gás estourou.

Cápsulas de fuzil 7.62 e de pistola calibre 9 milímetros podiam ser encontradas na avenida. Operadores de trânsito da empresa Via Rio, que trabalham durante a madrugada em frente a principal entrada da Serrinha, contaram ter passado por momentos de tensão.

"Na hora dos tiros, tivemos que nos esconder atrás de containers. Trabalhar aqui é muito arriscado, pois não sabemos se vamos ser atingidos por um tiro. Todos os dias há confronto, mas hoje (terça), teve até granada", lembrou ainda muito assustado um operador de tráfego.

Ainda de acordo com ele, bandidos das duas favelas tem circulado pela região em motocicletas e com forte armamento. "Desfilam com duas pistolas na cintura e um fuzil entre as mãos. Em algumas ocasiões, a arma cai da cintura e pegam do chão. Está escancarado a ação dos marginais", avisou.

Com a possibilidade de haver a implantação de um Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na área, devido a Transcarioca, traficantes rivais das duas comunidades tem travado guerra pelo domínio da região.

APÓS NOITE DE TIROTEIO, BARRICADAS NOS ACESSOS

O GLOBO 25/09/2013 - 11:44

Após noite de tiroteio, acessos às comunidades da Serrinha e Cajueiro amanhecem com barricadas postas pelo tráfico

Extra


Um dia após a guerra entre traficantes das Favelas da Serrinha e do Cajueiro, em Madureira, Zona Norte do Rio, os acessos às comunidades estão bloqueadas por barricadas postas pelo tráfico. Sofás, latas de lixo e pedaços de árvore, impedem a entrada nas favelas. Segundo um morador do Cajueiro que, com medo preferiu não se identificar, contou, por meio do WhatsApp do EXTRA (9644-1263), que o clima na comunidade é de medo e tensão.

- Parece que a qualquer momento um novo tiroteio vai acontecer. Não aguento mais viver assim - conta.

A guerra também deixou vestígios na casa de X., de 27 anos, morador do Cajueiro. O leitor, enviou pelo WhatsApp do EXTRA (9644-1263) a imagem de um projétil de bala que foi parar na varanda de sua casa, durante o confronto, de ontem a noite, entre bandidos de facções rivais que assustou moradores e quem passava pela região. Segundo X., a troca de tiros entre bandidos acontece diariamente e, inclusive, tem hora marcada.

- Aqui é terra de ninguém, eles fazem o que querem. Os confrontos são sempre a noite, por volta das 22h. A polícia sabe e não faz nada. Todos os dias é um verdadeiro terror. Até quando os moradores vão ter que submeter a isso?- desabafa.

Ainda de acordo com X., no momento do tiroteio, faltou energia elétrica na comunidade. A situação foi normalizada no início da manhã desta quarta-feira.

Em nota, a PM informou que “o comando do 9º BPM (Rocha Miranda) está realizando um cerco policial nas comunidades do Cajueiro e Serrinha.”

sábado, 21 de setembro de 2013

NO RIO, MILÍCIA DOMINA 26 FAVELAS

REVISTA VEJA 21/09/2013 - 09:26


No Rio, milícia dá as cartas em uma região com 26 favelas. Relatório obtido por VEJA mostra que a polícia deixou um naco inteiro do Rio sob o domínio de Batman, o chefão da maior e mais poderosa milícia do país

Leslie Leitão



TERRA SEM LEI - Campo Grande, Zona Oeste carioca: numa das áreas menos policiadas da cidade, a Liga da Justiça controla até o transporte de vans (à dir.) (Fotos Marcelo Piu/Agência O Globo e Vitor Silva)

Nas franjas da Zona Oeste do Rio de Janeiro estende-se uma área de 153 quilômetros quadrados que abriga 500.000 pessoas e 26 favelas. Historicamente, o crime vicejou ali à sombra do poder público, fazendo do lugar um barril de pólvora. Conhecida como Campo Grande, a região é um deserto de policiais, escassez que um relatório interno da Polícia Militar, ao qual VEJA teve acesso, expõe com números: há nas ruas apenas um PM para cada grupo de 2.498 habitantes - menos de um terço da proporção que se vê no restante da cidade e um décimo do que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera razoável. Por isso, espanta outro dado que corre em paralelo: em tempos recentes, em nenhum outro lugar do estado as taxas de homicídio caíram tanto, e em poucos os roubos retrocederam como lá.

A explicação para esse paradoxo é perversa. A trégua momentânea, que vem mascarada de boa notícia, não passa de estratégia da bandidagem para se manter no poder sem ser incomodada. É, por assim dizer, uma etapa evolutiva do crime organizado. “Quanto mais invisíveis as gangues conseguem ser, mais seguros e rentáveis são seus negócios, a exemplo das máfias”, diz o sociólogo Cláudio Beato, do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública. Não significa que, na surdina, a barbárie não dê as caras. A organização criminosa em questão é tida hoje como a maior milícia do país, um bando de policiais e ex-policiais que, há coisa de uma década, espantou o tráfico da região. O chefão é o ex-PM Ricardo Teixeira Cruz, o Batman. Mesmo preso, é ele que continua ditando as regras. Daí o nome da quadrilha: Liga da Justiça.

Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas.

domingo, 8 de setembro de 2013

PM TROCA O COMANDO DE 25 DAS 34 UPPS DO RJ




Medida tem objetivo de dar mais dinamismo ao policiamento nas favelas pacificadas
REDAÇÃO ÉPOCA, COM AGÊNCIA BRASIL

06/09/2013 15h41



Cerimônia de troca de comando de 25 Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) das 34 implantadas em favelas do RJ desde 2008 (Foto: Tomaz Silva / ABr)


A Coordenadoria de Polícia Pacificadora, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro(PM-RJ), trocou nesta sexta-feira (6) o comando de 25 das 34 unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) implantadas em favelas do RJ desde 2008. Na cerimônia em que nomeou os novos oficiais, o coronel Frederico Caldas, coordenador-geral das UPPs, afirmou que a medida é uma forma de dar mais dinamismo ao policiamento local. Trata-se da primeira mudança ampla de comando desde o início do programa.

"A ideia é dar uma dinâmica diferente e até apresentar um desafio. O que a gente percebe é que os comandantes são muito jovens, e jovem gosta de desafio. Muitos estavam no comando de UPPs há bastante tempo, e a gente percebeu neste primeiro mês [em que Caldas está no comando] a necessidade de fazer algumas mudanças. Alguns policiais já estavam ali há três anos e acabavam não tendo mais uma visão critica e o estranhamento necessário", disse o coronel. "A maioria dos que ficaram [nove] tinha assumido há muito pouco tempo, e sequer tinha tido a oportunidade de ter o seu trabalho avaliado. Em outras [situações], por ter um trabalho consolidado, não seria recomendável mudar".

Caldas negou que as mudanças tenham sido influenciadas diretamente por denúncias de excessos cometidos por policiais de UPPs, como no caso do pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido desde o dia 14 de julho, após ser levado por PMs para averiguação na unidade da Rocinha. Mas o coronel reconheceu que a situação do comandante dessa unidade, major Edson Santos, tinha se tornado insustentável:

"Esses casos foram emblemáticos, mas não tiveram uma influência direta na movimentação. Quando eu assumi, no primeiro dia, já tinha a decisão de solicitar ao comando da Polícia Militar que substituísse o major Edson. Ele é um oficial brilhante, que fez um excelente trabalho. A questão do Amarildo e essa dúvida toda que repousa sobre a ação dos policiais, por que ele foi levado para a base da UPP, sobrecarregou e deixou o major Edson numa situação insustentável. Mas não se trata de incriminá-lo. Ele é honesto, íntegro, e o desgaste que teve foi pela postura intolerante com tráfico e com o crime", disse o coordenador-geral.

>> A UPP é uma mentira?
O novo coordenador-geral das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), coronel Frederico Caldas
(Foto: Tomaz Silva / ABr)

Entre as unidades que tiveram troca de comando está a da Rocinha, que receberá a major Priscilla Azevedo, que já havia comandado a UPP do Morro Santa Marta, a primeira do projeto. Priscilla deixa o cargo de coordenadora de Projetos na Secretaria Estadual de Segurança Pública para assumir a segunda UPP.

O coronel, que está desde 8 de agosto no comando das UPPs, afirmou que será implacável com desvios de conduta, e disse que orientará os policiais a serem mais seletivos nas abordagens: "Pretendo intensificar o treinamento para que os policiais tenham um rendimento melhor. Uma questão que vou exigir muito deles é o respeito com os moradores. É preciso que o policial tenha realmente a convicção da necessidade de fazer uma abordagem, porque, muitas vezes, de uma abordagem acaba surgindo um problema interpessoal e de conflito, provocado pela própria inabilidade do policial em atuar", disse Caldas. Na ocasião, ele anunciou um reforço de efetivo da 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, para as áreas de inteligência e correcional.

NT