O Rio de Janeiro é o espelho do Brasil. O que ocorre no Rio de Janeiro fatalmente se transmitirá em cadeia para os outros Estados da Federação. As questões de justiça criminal e ordem pública não fogem desta regra. Portanto, é estratégico manter a atenção, estudar o cenário, analisar as experiências e observar as políticas lá realizadas, ajudando no alcance dos objetivos. A solução desta guerra envolve leis duras e um Sistema de Justiça Criminal integrado, ágil, coativo e comprometido em garantir o direito da população à segurança pública.

sábado, 30 de novembro de 2013

IMAGENS ESTARRECEDORAS, DIZ JUIZ

EXTRA 30/11/13 07:00

Após ver imagens de mortes na Favela do Rola, juiz não vai arquivar caso

Operação da Core deixou 5 mortos na favela do Rola Foto: Reprodução


Rafael Soares


O juiz Fabio Uchôa, da 1ª Vara Criminal da Capital, se negou a arquivar o inquérito que investiga a conduta de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) durante a operação que deixou cinco mortos na Favela do Rola, em Santa Cruz, em agosto do ano passado. O inquérito será encaminhado ao Procurador Geral de Justiça, Marfan Vieira Martins, que vai dar a decisão final sobre o arquivamento.

Para o magistrado, as imagens reveladas pelo EXTRA em maio — que motivaram a investigação da Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) — são “estarrecedoras” e mostram “policiais fuzilando pessoas ”.

— Recebi o processo no dia 1º de novembro, mas não tinha conseguido abrir o vídeo que mostra policiais atirando nas pessoas. Pedi uma cópia para a autoridade policial e consegui assistir somente hoje. O que vi foi ali foi um filme da Guerra do Golfo. Não é possível que os promotores tenham assistido essas imagens. Fica claro que os policiais não respondem a tiros vindos dos traficantes. Eles dão os primeiros disparos — afirmou o magistrado.

A Coinpol concluiu o inquérito sobre o caso há três meses. As investigações resultaram no indiciamento de seis homens da Core por fraude processual. Homicídios foram descartados pela Corregedoria. Para o MP, porém, “não há nenhuma prova nos autos que indique que a pessoa ferida já estivesse morta quando promovido seu translado”. Ainda de acordo com o relatório, a remoção do baleado foi feita para “aguardar a oportunidade adequada para que fosse socorrido (...), ante a impossibilidade de solicitar socorro médico imediato”. O arquivamento foi assinada pelos promotores Luiz Antonio Ayres e Sergio Pinto.
Punições

Embora peça o arquivamento do caso, o MP não descarta uma punição aos agentes feita pela Polícia Civil. “O fato de não haver justa causa para deflagrar ação penal no caso não interfere na eventual imposição de sanções administrativas”.

Por conta das investigações sobre as mortes, a chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, afastou, o delegado Anderson Pinto, titular da 36ª DP (Santa Cruz). Na decisão, ela alegou que o delegado descumpriu a portaria 553, que determina a presença da autoridade policial em locais de homicídio decorrente de intervenção policial. O delegado que assumiu a 36ª DP é o ex-titular da 134ª DP (Campos dos Goytacazes), Geraldo Assed.

TRAFICANTA AMEAÇOU MATAR HOMEM QUE FICOU COM UMA DE SUAS MULHERES

EXTRA 30/11/13 06:00

Traficante da Rocinha ameaçou matar homem que ficou com uma de suas mulheres

Djalma mandou matar homem que ficou com sua namorada Foto: / Divulgação / Polícia Civil


Rafael Soares


Um homem foi obrigado a fugir da Rocinha na noite da última quarta-feira por uma ordem do gerente do tráfico na parte alta da favela, Luiz Carlos Jesus da Silva, o Djalma. Na 15ª DP (Gávea), ele revelou que foi ameaçado por homens liderados por Djalma porque “teve um relacionamento com uma menor, que seria uma das mulheres de Djalma”.

Na distrital, ele registrou que teve que fugir correndo a pé da parte alta da Rocinha até a passarela, na Autoestrada Lagoa-Barra, onde foi resgatado por PMs da UPP. Ele afirmou que “caiu numa ribanceira, andou em mata fechada, pulou muros e rolou escadas e ladeiras”. Por conta das escoriações, foi encaminhado ao Hospital Miguel Couto, de onde foi liberado. Agentes da 15ª vão identificar a namorada e convocá-la para depor.

Já na madrugada de ontem, segunda com relatos de tiroteios na favela, um PM da UPP foi baleado no rosto e na mão por bandidos. O Grupo Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) do qual fazia parte o soldado Jaderson dos Anjos foi surpreendido por traficantes armados de fuzis por volta da meia-noite quando fazia patrulhamento no Beco do Máscara, na Rua 3, parte alta da favela. O PM foi atingido por estilhaços no rosto e nas mãos, mas passa bem.

Um PM que ajudou no resgate fez contato com o EXTRA via WhatsApp (21 99644-1263) e afirmou que mais de 80 tiros foram disparados contra os PMs. Segundo ele, o reforço do Batalhão de Choque não intimida os bandidos, porque os policiais ficariam somente no entorno da comunidade.

RAPAZ MORTO TERIA SIDO AGREDIDO POR 15 PMS

EXTRA - 30/11/13 08:50

Testemunhas dizem que rapaz morto em Manguinhos foi agredido por 15 PMs

Paolla Serra


Paulo: morte após agressões Foto: Bruno Gonzalez /

No Inquérito Policial Militar (IPM) que corre em paralelo com a investigação da 21ª DP (Bonsucesso) sobre a morte de Paulo Roberto Pinho de Menezes, duas testemunhas que estavam com o jovem no momento em que ele foi abordado por policiais militares da UPP de Manguinhos narram que ele foi agredido e logo depois caiu no chão desmaiado. Nesta sexta-feira, o delegado José Pedro Costa pediu a prisão dos cinco PMs que estavam no beco, baseado em laudo da Polícia Civil que constatou que o rapaz pode ter morrido em decorrência de asfixia mecânica.

De acordo com os depoimentos, aos quais o EXTRA teve acesso, Paulo Roberto estava com três amigos indo a casa da namorada de um dos jovens. Quando entraram em um beco, encontraram policiais abordando um homem. Neste momento, a vítima “esboçou reclamação” e um dos PMs foi direto para cima de Paulo Roberto.

O homem conta ainda que Paulo Roberto segurou um dos PMs pelo colete, deixando o soldado “com mais raiva”. A partir de então, cerca de 15 PMs agrediram o jovem por dez minutos. Quando Paulo Roberto caiu, um dos militares disse: “Deu merda.” Ele teria tremido e revirado o olho e depois levado um soco na boca, que o fez sangrar.

A família de Roberto na casa onde o jovem morava com os pais e os oito irmãos mais novos Foto: Bruno Gonzalez



No outro depoimento, um menor de idade conta que Paulo foi perguntado se não era ele que “estava mexendo” com os PMs no campo. O jovem negou e foi “espancado”. Nenhum dos dois depoimentos fala sobre asfixia. As testemunhas serão ouvidas pela 21ª DP na quarta-feira.

O delegado explicou que o pedido de prisão foi para “garantir as investigações”:

— Me baseei em laudo técnico. O fato é que houve a morte, mas só depois da reconstituição poderemos esclarecer a dinâmica.

Fátima, mãe de Paulo: "Parecia que meu filho estava errado". Foto: Bruno Gonzalez / Extra/Agência O Globo



Ontem, a mãe de Paulo, Fátima dos Santos, afirmou que deve entrar na justiça contra o estado:

— Meu filho foi vítima, saiu como errado na história e os PMs que o mataram saíram como certos.

MADRUGADA DE TIROTEIO APÓS PM SER FERIDO POR TRAFICANTES


Rocinha: madrugada de tiroteio após policial ser ferido por traficantes. Confronto entre PMs e bandidos ocorreu até as 3h. Militar atingido por estilhaços no rosto e na mão estava em patrulhamento. Na quarta-feira também houve troca de tiros na comunidade pacificada

O GLOBO, COM EXTRA 

Atualizado:30/11/13 - 11h14


RIO - A madrugada de sábado foi de tensão na favela da Rocinha, devido a confronto entre traficantes e agentes do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChq) que realizavam operação na comunidade. Os policiais foram surpreendidos por bandidos armados. Segundo a coordenadoria da Polícia Pacificadora, apesar da troca de tiros, não houve regisro de feridos. O confronto durou até as 3h.

No fim da noite de sexta-feira, um policial militar da UPP da Rocinha foi ferido por estilhaços no rosto e na mão, por bandidos da favela. O soldado Jaderson dos Anjos, do Grupo Tático de Polícia de Proximidade (GTPP), foi surpreendido por traficantes armados de fuzis por volta da meia-noite, durante patrulhamento no Beco do Máscara, na Rua 3, parte alta da favela. O PM, levado ao Hospital Miguel Couto, já foi liberado e passa bem. Ninguém foi preso, e o policiamento foi intensificado na comunidade. O caso foi registrado na 15ª DP.

Um PM que ajudou no resgate do soldado, segundo o jornal Extra, afirmou que mais de 80 tiros foram disparados contra os policiais. Segundo ele, o reforço no policiamento feito pelo Batalhão de Choque na favela não intimida os bandidos, pois esses policiais ficariam no entorno da comunidade. Na manhã desta sexta-feira, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais estiveram na comunidade, mas não trocaram tiros com bandidos.

Na noite anterior, dia da final da Copa do Brasil, vencida pelo Flamengo, moradores relataram que várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre Flamengo e Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com informações de moradores, o confronto foi entre bandidos, que circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da UPP. A assessoria de imprensa das unidades pacificadoras informou que a comandante da UPP da Rocinha, major Pricilla Azevedo, negou ter havido confronto no local envolvendo policiais na madrugada de quinta-feira.

Homem é obrigado a fugir da favela

Um homem foi obrigado a fugir da Rocinha na noite da última quarta-feira, por uma ordem do gerente do tráfico na parte alta da favela, Luiz Carlos Jesus da Silva, o Djalma. Na 15ª DP (Gávea), ele revelou que foi ameaçado porque “teve um relacionamento com uma menor, que seria uma das mulheres de Djalma”.

Ele registrou que fugiu a pé da parte alta da Rocinha até a passarela, na Autoestrada Lagoa-Barra, onde foi resgatado por PMs da UPP. Ele afirmou que “caiu numa ribanceira, andou em mata fechada, pulou muros e rolou escadas e ladeiras”. Por conta das escoriações, foi encaminhado ao Hospital Miguel Couto, de onde foi liberado. Agentes da 15ª vão identificar a namorada e convocá-la para depor.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PM DA UPP É BALEADO POR BANDIDOS

O GLOBO 29/11/2013 - 13:20

Na segunda noite de tiroteio na Rocinha, PM da UPP é baleado por bandidos

Extra



Na segunda noite de tiroteios na Rocinha, Zona Sul do Rio, um PM da UPP foi baleado no rosto e na mão por bandidos. O Grupo Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) do qual fazia parte so soldado Jaderson dos Anjos foi surpreendido por traficantes armados de fuzis por volta da meia-noite quando fazia patrulhamento no Beco do Máscara, na Rua 3, parte alta da favela. O PM foi atingido por estilhaços no rosto e nas mãos, mas passa bem.

Um PM que ajudou no resgate ao soldado fez contato com o EXTRA via WhatsApp (996441263) e afirmou que mais de 80 tiros foram disparados contra os policiais. Segundo ele, o reforço no policiamento do Batalhão de Choque na favela, não intimida os bandidos, porque os policiais ficariam no entorno da comunidade. Ontem de manhã, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais estiveram na comunidade, mas não trocaram tiros com bandidos.

Na noite anterior, dia da final da Copa do Brasil, vencida pelo Flamengo, moradores relataram que várias pessoas estavam na rua assistindo à final entre Flamengo e Atlético-PR quando tiros começaram a ser disparados na localidade conhecida como Roupa Suja. De acordo com as informações de moradores, o confronto foi entre bandidos.

— Havia muita gente na rua. Todo mundo se deitou no chão com medo. Os becos ficaram vazios. Depois de cerca de meia hora, parou. Mas o medo continuou — contou um deles.

Segundo o morador — que teme se identificar por medo de represálias, os bandidos circulam armados de pistolas, fuzis, metralhadoras e granadas na parte alta da Rocinha, sem que haja intervenção de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP):

— A polícia mal sobe (o morro). Já faz tempo que isso acontece e ninguém faz nada. A Rocinha está uma terra sem lei, um terror.

A assessoria de imprensa das UPPs informou que a comandante da unidade da Rocinha, major Pricilla Azevedo, nega ter havido confronto no local envolvendo policiais na madrugada de quinta-feira.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ARRASTÕES NAS PRAIAS DO RIO ASSUSTAM BANHISTAS


Batalhão de Choque e policiais da Core atuarão na segurança da orla. Medida foi tomada após arrastões que assustaram banhistas. Agentes atuarão em Copacabana, Ipanema, Leblon e Arpoador

CÉLIA COSTA
FÁBIO TEIXEIRA 
O GLOBO
Atualizado:21/11/13 - 20h40

Confusão e correria voltaram a assustar banhistas na Zona Sul nesta quarta-feiraMarcelo Carnaval / Agência O Globo


RIO - Policiais do Batalhão de Choque (BPChq) vão reforçar o patrulhamento na orla da Zona Sul nos fins de semana. Os agentes atuarão nas praias de Copacabana, Ipanema, Leblon e Arpoador. A medida, que já vale a partir de sábado, foi tomada depois de uma onda de arrastões assustar banhistas nos feriados da Consciência Negra e da Proclamação da República. Já a Polícia Civil anunciou que, além de atuar com uma delegacia móvel no Arpoador, homens da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) serão deslocados para Copacabana. Eles circularão em carros, reprimindo ações criminosas nos locais de maior incidência.

Outra medida anunciada pela Polícia Civil é a solicitação ao Conselho Tutelar da identidade dos responsáveis pelos menores apreendidos. Segundo a polícia, eles poderão responder criminalmente por abandono material. A Polícia Militar também vai solicitar a participação dos conselhos tutelares nas operações de revistas dos ônibus que têm como destino as praias do Rio.

Em nota, a Secretaria de Segurança informou que as decisões foram tomadas após um acordo entre o governador Sérgio Cabral, o Secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o comandante da Polícia Militar, Luís Castro, a chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, o comandante da Guarda Municipal, Leandro Matielli, o secretário municipal de Ordem Pública, Alex Costa, e o subsecretário de Assistência Social, Rodrigo Abel.

Nesta quinta-feira, uma reunião no 23º BPM (Leblon) avaliou a operação realizada nesta quarta-feira nas praias de Ipanema e do Leblon, na Zona Sul do Rio. Para o tenente-coronel Luiz Octávio Lopes, comandante do batalhão, o efetivo deslocado para a orla no feriado da Consciência Negra foi ideal:

— Foram 150 policiais distribuídos na orla, sendo que alguns à paisana na areia. Na primeira avaliação, vi que a atuação dos policiais foi de pronto atendimento nas ocorrências. Na hora da saída da praia, ainda tivemos o reforço de mais 30 agentes.

Segundo o tenente-coronel, o trabalho preventivo é um dos pontos da atuação da PM. No Arpoador, por exemplo, onde ocorreram vários saltos, os policiais distribuídos na areia tinham a função de identificar e perceber o comportamento dos grupos e antecipar a abordagem. O patrulhamento na orla da Zona Sul neste feriado do Dia da Consciência Negra foi reforçado por conta da onda de assaltos registrada no Dia da Proclamação da República, na sexta-feira.

Nesta quarta-feira, a Polícia Civil explicou que o objetivo da delegacia móvel, que funcionará em um ônibus, é facilitar o registro de ocorrências, já que muitas vítimas acabam deixando de fazer a queixa. Será montado também um trailer do Instituto Félix Pacheco (IFP) para identificação dos suspeitos. A medida já havia sido antecipada na coluna de Ancelmo Gois desta quarta-feira.

Nesta quarta-feira, uma série de roubos deixou cariocas e banhistas assustados e gerou corre-corre. Grupos agiam com violência para roubar cordões, bolsas e celulares de quem estava na areia. As ações ocorreram principalmente no Arpoador e no Leblon, na altura do Posto 11. Durante a tarde, duas turistas da Argentina foram atacadas por criminosos. Pela manhã, a vítima foi uma colombiana. Segundo o comandante do 23º BPM (Leblon), tenente-coronel Luiz Octávio, 15 pessoas foram detidas, a maioria por assalto na orla. Entre elas estão dois homens que haviam roubado o celular da turista da Colômbia. A PM, no entanto, nega arrastão.

Até as 20h desta quarta-feira, dois homens foram autuados por furto qualificado na 14ª DP (Leblon). Além disso, três menores foram apreendidos por furto e um por roubo. Duas crianças de 10 anos foram entregues ao Conselho Tutelar, após furtarem duas pessoas. Todas as ocorrências registradas estão sendo investigadas para identificação dos responsáveis pelos delitos.

FERIADO DE SOL, PRAIAS LOTADAS E ARRASTÕES

JORNAL DO BRASIL 20/11 às 19h24



Os cariocas tiverem neste feriado um cenário ideal para o lazer: muito sol e calor. As praias ficaram lotadas, mas vários 'arrastões' atrapalharam a tranquilidade dos banhistas.

Pelo menos três momentos de tensão, com muito corre-corre nas areias, foram, registrados nesta quarta-feira na praia do Leblon. Cerca de 12 pessoas foram presas, incluindo alguns menores.

Apesar das imagens gravadas por uma equipe de televisão, registrando o corre-corre, policiais do 23º Batalhão e a Polícia Civil negam que tenha havido arrastão e informam que 12 pessoas foram detidas até as 17h, a maioria delas por furto na orla.


JORNAL DO BRASIL 21/11/2013

Após série de 'arrastões', orla do Rio terá delegacia móvel


O governo do Rio de Janeiro promete instalar uma delegacia móvel na orla da Zona Sul, após os 'arrastões' ocorridos nos últimos feriados. Segundo o Bom Dia Rio, uma reunião no Comando da Polícia Militar ainda vai reavaliar a quantidade de policiais envolvidos na patrulha da região que envolve as praias do Leblon, Ipanema e Copacabana.

Segundo o Bom Dia Rio, a Guarda Municipal confirmou um aumento no número de agentes na orla carioca. O número vai subir para 400 agentes em toda a cidade, sendo 140 nas três praias da Zona Sul que registraram o maior número de ataques.

Uma reunião com os policiais que patrulhavam a praia nesta quarta-feira terá como objetivo identificar os pontos mais críticos da região. Pelo menos 15 pessoas foram detidas e levadas para a delegacia no feriado desta quarta, sendo que oito foram autuados por roubo, tentativa por roubo e desacato à autoridade.

O local da nova delegacia móvel ainda não foi definido pela Polícia Civil.